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segunda-feira, 28 de março de 2011

Dica de Filme: O Poder da Esperança


O filme conta a história verdadeirade Richard Pimentel, um brilhante orador com um passado conturbado. Retorna surdo do Vietnã. Encontra um novo propósito em sua vida que é introduzir pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

É uma boa dica para pessoas queperderam a audição na vida adulta – é o caso dele, que transforma o obstáculo em um novo trabalho, inclusive.

sexta-feira, 4 de março de 2011

"Eu quero comprar. Você pode me atender"

Vídeo sobre a experiência do Professor Neivaldo Augusto, na hora de comprar algo.


video

Fonte: .http://acessibilidadeparasurdos.blogspot.com
(Blog do Professor Neivaldo)

Sua pele também ouve


EdwinP
Sua pele também ouve

SÃO PAULO – Uma nova pesquisa comprova que diversas partes do corpo têm participação naquilo que você escuta. Cuidado: não são as paredes, mas sim sua pele que tem ouvidos.

Quando uma pessoa fala, utilizamos uma combinação de sentidos para compreender os sons saindo de sua boca. Os olhos, por exemplo, ajudam na percepção e observação de mudanças expressivas – quem nunca ouviu falar na técnica de leitura labial?

Para comprovar sua tese, os autores do estudo publicado na Nature, Bryan Gick e Donald Derrick, partiram de um fato simples: para pronunciar alguns sons, emitimos um leve sopro de ar.Mas agora pesquisadores da Universidade de British Columbia, nos Estados Unidos, afirmam que a pele também participa da audição.

Preste atenção: quando falamos palavras com as sílabas “pa” e “ta”, por exemplo, um leve sopro sai de nossas bocas. Já para dizer “ba” e “da” não emitimos esse ar. Os cientistas ligaram então pequenos e silenciosos aparelhos que sopravam essa mesma quantidade de ar na pele de voluntários enquanto eles escutavam uma série de sons.

Durante o experimento, Gick e Derrick constataram que os jatos voltados para as mãos ou pescoço faziam com que as pessoas se confundissem: ao escutarem “ba” ou “da” os voluntários na verdade diziam ter ouvido os sons “pa” ou “ta”

O trabalho poderia ser útil no desenvolvimento de futuros equipamentos de audição e até mesmo aparelhos de telecomunicação para deficientes auditivos