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terça-feira, 23 de setembro de 2008

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Brasil Telecom disponibiliza Central de Atendimento ao Surdo

Mais um serviço de comunicação está disponível para o público surdo. Desde o ano de 2002, a empresa Brasil Telecon, em concordância com um regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) oferece a Central de Atendimento ao Surdo. Por meio do número 142, o usuário tem acesso a serviços de informações, consultas e intermediações de ligações. Para utilizar esse serviço é necessário que o portador de surdez possua um aparelho especial de telefone para surdos.

Esse tipo de serviço proporciona mais autonomia e privacidade para os surdos que antes precisavam recorrer a ajuda de parentes e amigos para se comunicarem. Apesar do custo elevado do equipamento, muitas associações de apoio aos portadores de surdez facilitam a aquisição ou disponibilizam em suas próprias dependências. Além disso, a Brasil Telecom faz a instalação e libera o serviço gratuitamente, quando a solicitação parte dessas entidades. Outra boa notícia é que todas as ligações são gratuitas, inclusive entre dois estados.
Para os que não podem adquirir o equipamento, a Brasil Telecom oferece 115 telefone públicos especiais localizados nos seguintes estados: Acre, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e região metropolitana de Pelotas.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Ambiente virtual facilita inclusão

Um ambiente virtual de formação, a plataforma Teleduc, vai facilitar o acesso à educação a pessoas com limitações sensoriais, físicas, motoras e cognitivas. Uma parceria do programa Educação, Tecnologia e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (Tecnep) e do Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (Siep) vai beneficiar alunos do curso de especialização em educação profissional e tecnológica inclusiva, que o Tecnep promove desde setembro de 2007.
Quando a plataforma estiver acessível, quatro alunos cegos, cinco surdos e dois com mobilidade reduzida poderão terminar o curso. No Brasil, hoje, cerca de 26 milhões de pessoas são portadoras de necessidades especiais.
Em junho, especialistas em educação a distância, acessibilidade e tecnologias assistidas dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefet) do Ceará, Espírito Santo e Bento Gonçalves (RS) e da Escola Agrotécnica Federal (EAF) de Catu (BA) estiveram reunidos, no Ministério da Educação, para discutir a possibilidade de tornar o ambiente do Teleduc acessível a portadores de necessidades especiais.
“Permitir o passaporte ao mundo virtual a todos os cidadãos, independentemente de tecnologia, situação ou limitação, é requisito básico para uma sociedade inclusiva, na qual todos possam ter vez e voz”, afirma a coordenadora de acessibilidade do Siep e do curso de especialização do Tecnep, Andréa Poletto Sonza.
Ana Júlia Silva de Souza

Semana da Pátria terá Hino Nacional interpretado por estudantes surdos em LIBRAS

Alunos da rede pública de ensino, portadores de deficiência auditiva, terão uma participação especial nas cerimônias do Dia da Pátria, neste domingo, na Esplanada dos Ministérios: vão interpretar, na Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS - o Hino Nacional Brasileiro.
Sob a regência da professora surda Luciana Lima Delforge os alunos com deficiência auditiva do Centro de Educação Fundamental 7, de Ceilândia, vão acompanhar, por sinais, a Fanfarra do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas dos Dragões da Independência que vai executar o Hino Nacional Brasileiro.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Software bilingüe

Programa de computador que apoia o aprendizado de leitura e escrita.
Reportagem: Envolverde/UnB Agência



A inclusão de um aluno surdo no ensino comum ainda precisa superar muitos desafios. Na prática, o que se vê é uma total falta de informação sobre a surdez. Alunos surdos sendo incluídos nas mesmas escolas que estudantes com Síndrome de Down, uma situação completamente diferente ou ainda, pais solicitando às escolas que os professores ensinem seus filhos surdos a falarem, ainda que não compreendam o significado do que estão falando. Para ajudar os surdos, o professor do Instituto de Psicologia (IP) da Universidade de Brasília (UnB) Domingos Sávio Coelho, desenvolveu o software bilingüe que vai facilitar a alfabetização.

Para ter uma idéia da importância desse trabalho, cerca de 80% da população de surdos abandonam o ensino fundamental por falta de apoio durante a aprendizagem e apenas 3% completam ao ensino médio. A UnB possui apenas três surdos entre os seus 21 mil alunos. Dados da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), apontam para 3,5% da população do DF com algum grau de déficit auditivo e no Brasil são 2,5 milhões de pessoas surdas.

O software livre já está disponível na Internet para ser utilizado pelo professor como ferramenta de apoio para o ensino de surdos. O endereço é http://www.surdobilingue.org. "A criança que utilizá-lo vai aprender primeiro a língua de sinais - linguagem natural do surdo - e depois a palavra em português, a segunda língua que ele deve aprender, e por último, vem o desenho da figura auxiliando a identificar a palavra", explica Coelho. O programa também dispõe de uma série de exercícios para ver se o aluno compreendeu o que foi ensinado e permite que o professor saiba o número de acertos e erros cometidos por cada criança, além do tempo que ele levou para compreender a palavra. A ferramenta também poderá ser utilizada pelo professor no preparo das aulas que serão incluídas na Internet. "A vantagem desse procedimento é que mais tarde outros professores também poderão compartilhar conteúdo e até trocar informações sobre o aproveitamento das aulas", garante o pesquisador, que desenvolve esse trabalho há dois anos.

Depois de finalizado, o software também será testado com alunos surdos de escolas públicas do DF. O projeto tem o apoio do Decanato de Extensão (DEX) da UnB, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e custou R$ 10.990.


segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Língua Brasileira de Sinais

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS é reconhecida como
meio legal de comunicação e expressão entre as comunidades de pessoas surdas no Brasil. Ganhou esse status porque surgiu naturalmente assim como a língua portuguesa e atualmente é de grande importância na comunicação no território brasileiro. Baseou-se primariamente na Língua de Sinais Francesa, apresentando semelhanças em relação a várias línguas de sinais européias e à norte-americana. Assim como as diversas línguas existentes, ela é composta por níveis lingüísticos como: fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. Da mesma forma que nas línguas oral-auditivas existem palavras, nas línguas de sinais também existem itens lexicais, que recebem o nome de sinais. A única diferença é sua modalidade viso-espacial. Sendo assim, para se comunicar em LIBRAS não basta apenas conhecer os sinais; é necessário conhecer a sua gramática para combinar as frases, estabelecendo comunicação. Os sinais surgem da combinação de configurações de mão, movimentos, e de pontos de articulação -- locais no espaço ou no corpo onde os sinais são feitos. Assim, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Como qualquer língua, tambem existem diferenças regionais, portanto deve-se ter atenção as variações praticadas em cada unidade da Federação.

Senado pode aprovar lei que obriga ensino de Libras na Educação Infantil e Ensino Fundamental

O projeto de lei que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a LDB (Lei 9.394/1996), que obriga o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na Educação Infantil e no Ensino Fundamental pode ser votado hoje na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado.O PLS 14/2007 visa a integração dos portadores de deficiência auditiva às escolas e à sociedade.O projeto receberá decisão terminativa na CE, ou seja, não precisa ir à Plenário para ser aprovado. No substitutivo apresentado à matéria, foi fixado o prazo de três anos para que os estabelecimentos de ensino se adaptem à determinação.
Fonte: A Noticia Digital
http://www.anoticiadigital.com.br/home/news.asp?cod=46641

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